22.3.10


Será que sou tao insuportavel que ninguem me quer por perto, de novo a historia do colegio interno, de novo a ameaça de ser expulsa do CEP, e depois de alguns amigos meus terem realmente sido, eu tenho meod de ser a proxima, se eu for, eu vou para longe, e eu nao quero,um colegio adventista nao vai me consertar, eu vou acabar expulsa dele, mas dai eu faço questao de ser, eu nao quero irpara um colegio interno, eu nao quero nem saber de colegios internos, ou de qualqr outro colegio alem do meu... choro tanto agora que nao consigo escrever algo decente, só queria saber o porque essa insistencia em me mandar pra longe...

15.3.10


Todos os dias tem se passado num vazio incesante, um vazio cheio de sorrisos falsos e tentativas pateticas de 'estar bem' infelizmente esses dias vem vazios de sentimento, mais cheios de gorduras e calorias, cheios desse veneno que alimenta o corpo mas mata a alma, que teoricamente te deixa forte, mas se fortalece tanto porque nos sentimos tao fracos ao consumi-lo, por temos vontade de quebrar o espelho todas as vezes que nele nos observamos? como podemos querer fugir a cada dia, afastando amigos proximos, sentindo uma falta incalculavel deles, mas ao memso tempo nao sabendo como reaproxima-los, achando qeu algo ou alguem os esta roubando de ti, mas talvez seja só a anna, só a mia, qrendo voce só para elas... mesmo seus amigos mais queridos, mesmo akeles que tambem tem a anna e a mia como companheiras, como lideres nesse culto quase religioso e suicida ao qual seguimos todos os dias fielmente, e ao qual nos punimos mais rigidamente do que os membros da Opus Dei qndo quebremos essa fidelidade cega... me pego pensando, porque elas iriam qrer afastar amigos que delas tambem sao? serao essas duas almas, esses dois espiritos que nos regem tao ciumentos assim, pois gostaria de deixar claro, nao posso dar mais um passo na direçao certa sozinha, nao suporto mais um dia nessa distancia gelida, nessa capsula gelada e distante em que me enclausurei, preciso sentir novamente o calor na voz dakeles que tanto sinto falta, preciso ficar horas e horas no telefone com aquele que se faz de tamanho valor para mim, sem falar absolutamente nada, apenas ouvindo a respiraçao, e sabendo que há alguem lá, há alguem a quem possa me segurar, mesmo que numa linha telefonia, ou num bilhete trocado em sala, num abraço repentino e molhado de lagrimas, segurnado-me numa respiraçao como como um apraquedista deve se segurar no seu para qedas numa queda livre, sabendo akela ser sua unica chance de salvaçao, seu unico refugio, pois é assim que me encontro, em queda livre, e sem mais nenhum suspiro no qual me segurar, sem refugio ou porto seguro para o qual correr, todas as noites espero que meu refugio esteja no estomago vazio no dia seguinte, num quilo marcado a menos, na ligaçao que nao virá, nas antigas companheiras inseparaveis que se separaram, no antigo afeto materno que a muito nao é sentido...

Floating, falling, sweet intoxication....